O período de 1937 a 1945 que compreende o Estado Novo, é extremamente delicado para a imprensa brasileira. Primeiro devido à constituição de 1937, que colocava a imprensa como sendo um órgão de utilidade pública. Dessa forma todos os jornais eram obrigados a publicar comunicados do governo, sendo passível de punição o diretor do jornal caso houvesse o não cumprimento dessa exigência. .Esse controle era feito pelo DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda, criado por decreto presidencial em dezembro de 1939), que além disso contava com um registro dos jornais e também dos jornalistas. A partir de 1940, ficou obrigatório um registro anual para importação de papel de imprensa, medida que teve como resultado o fechamento de vários jornais. Mesmo com tantas adversidades, existiu nessa época uma imprensa clandestina. Podendo ser citados como exemplo: o tablóide carioca “Liberdade”, e os paulistas “Folha Dourada” e “Resistência”, orientados por professores e estudantes da USP.
O Estado Novo também possuía um órgão de imprensa oficial, era o jornal “A Manhã”, que tinha como objetivo divulgar as diretrizes propostas pelo regime junto a um público o mais diversificado possível.
Devido a forte censura sofrida pela imprensa, ela é considerada uma das responsáveis, pela derrubada do regime, e renúncia de Getulio Vargas, em 1945.
O Estado Novo também possuía um órgão de imprensa oficial, era o jornal “A Manhã”, que tinha como objetivo divulgar as diretrizes propostas pelo regime junto a um público o mais diversificado possível.
Devido a forte censura sofrida pela imprensa, ela é considerada uma das responsáveis, pela derrubada do regime, e renúncia de Getulio Vargas, em 1945.
Diego Ramon
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